Rosé de Meunier

Vinho Espumante rosê
Apelação AOC Champagne
Castas 100% Pinot Meunier. 30% em maceração, 10% vinho tinto e 60% em vinho branco (onde 40% são de reserva de anos anteriores)
Solo multiplicidade de solos em torno de Chavot

Vinificação Uvas de parreiras de em média 30 anos de idade, colhidas à maturidade ótima, prensagem tradicional. Fermentação alcoólica em tanque, em tonéis e em barricas. Fermentação malo-láctica parcialmente realizada.
Maturação 6 meses de maturação sobre leveduras mortas (”lies”) finas.
Dosagem 2,5 g/l

Degustação Utilizando diferentes métodos de vinificação, criou-se uma perfeita harmonia entre a Fruta, a Complexidade, o Vinho e a Frescura !!!! oops, e o Frescor….
Harmonização Aperitivos, sobremesas, comemorações e o que sua imaginação permitir.
Potencial de guarda 10 anos

vinhos, vigneron

Blanc de Blancs Brut Nature

Vinho Espumante branco
Apelação AOC Champagne
Castas 100% Chardonnay. 50% do volume é de vinhos de anos anteriores conservados em barricas
Solo melhores parcelas em torno de Chavot

Vinificação Uvas de parreiras de em média 35 anos de idade, colhidas à maturidade ótima, prensagem tradicional. Fermentação alcoólica em pequenos tonéis e em barricas. Bâtonnage regular, recolocar as leveduras em suspensão no vinho. Fermentação malo-láctica parcialmente realizada.
Maturação 6 meses de maturação sobre leveduras mortas (”lies”) finas.
Dosagem não dosado

Degustação Um vinho não dosado, perfeitamente equilibrado, onde a fermentação malo-láctica ajuda a criar uma melhor harmonia de acidez. Misturando uma profundidade de cítricos e maçã, com notas de manga seca e gengibre confit, este vinho é puro solo e expressão do terroir.
Harmonização Pratos gastronômicos em torno de crustáceos, ostras, peixes de carne magra e branca.
Potencial de guarda 10 anos

vinhos, vigneron

Extra Brut Ultradition

Vinho Espumante branco
Apelação AOC Champagne
Castas 60% Pinot Meunier, 30% Chardonnay, 10% Pinot Noir. 40% do volume é de vinhos de reserva de anos anteriores
Solo multiplicidade de solos em torno de Chavot

Vinificação Uvas de parreiras de em média 30 anos de idade, colhidas à maturidade ótima, prensagem tradicional. Fermentação alcoólica em tanque, em tonéis e em barricas. Fermentação malolática parcialmente realizada.
Maturação 6 meses de maturação sobre leveduras mortas (”lies”) finas.
Dosagem 2 g/l

Degustação Bem temperado e de plena presença na boca, com textura finamente detalhada e sabores expressivos de framboesa preta, damasco seco, flor de laranjeira, flor de sal e mel cristalizado. Bela mineralidade no final.
Harmonização Aperitivos, comemorações e o que sua imaginação permitir.
Potencial de guarda 10 anos

vinhos, vigneron

Agora sim, os novos VINHOS da Garrafa Livre

Os NOVOS VINHOS são 27 novas referências ! 10 novas safras de vinhos que já importamos. seis novos produtores. Mantendo a qualidade de nossa seleção ampliamos o número de produtores, de regiões, de referências por produtor e reduzimos os volumes importados… 

Os SEIS novos vinhateiros, e os VINHOS que estão no navio chegando no Brasil de cada um deles:

Patrice Hugues-Béguet um vinhateiro jazzy “na playlist” ou “na fita”, dependendo da sua idade! 4 hectares no Jura, mais uma exclusividade da Garrafa. Pequena produção e  poucas pessoas o distribuem mas encontramos seus vinhos em Paris, Tokyo, NYC e em breve São Paulo! Um trabalho minucioso em tintos e brancos. Surpresa total.
– Ploussard 2016 – tinto
– So True 2016 – tinto
– Orange was the color of her dress 2016 – branco/laranja

Thierry Germain, reconhecido pela qualidade do trabalho, perfeição dos vinhos e pessoa de uma humanidade ímpar… Saumur-Champigny em grande estilo: fineza, complexidade, e presença ! Muitas coincidências da vida me fizeram encontrar Thierry Germain… um grande amigo tem uma propriedade familiar na frente do Domínio des Roches Neuves… de Thierry, e me apresentou aos seus vinhos há muito tempo, seleção feita antes da Garrafa Livre nascer !
– Les Roches 2016 – tinto
– L’Insolite 2016 – branco

Domínio Vallat d’Ezort, do Gard, uma descoberta nas Gargantas do Tarn, mais especificamente em Sainte-Enimie, pequeno e magnífico vilarejo ao norte dos Cévennes, num pequeno cavista com vinhos naturais da região…. à um calor de quase 40 graus… com amigos queridos, e há muito tempo… conhecemos alguns vinhos deste pequeno domínio em Sauvignargues feitos por Manuela e Frederic Martin…. trabalho de formiguinha recuperando vinhedos, ouvindo o que a terra, os tipos de uvas e as parcelas “falam”.
– Alegria Rouge 2016 – tinto
– Alegria Rosé 2016 – rosê
– Fantastica 2013 – tinto
– Estrella 2011 – tinto

Domínio Causse Marines… no Gaillac. Havia sido selecionado há mais de 3 anos… mas os caminhos da vida nos distanciaram e recentemente nos aproximaram! Queridos Patrice Lescarret e Virginie Maignien, uma explosão de felicidade ! Com seus trocadilhos , suas uvas autóctones, suas belezas interiores, os camundongos do site, e amigos, muitos amigos… uma propriedade linda e acolhedora e vinhos extremamente ricos em diversidade sem perderem a precisão … Ah Gaillac….
– Peyrouzelles 2016 – tinto
– Du Rat… de Paquerettes 2016 – tinto
– Zacmau 2015 – branco
– Greilles 2016 – branco
– Presqu’ambulles 2015 – espumante branco / PetNat

São Paulo, oops, Provença… Karina e Guillaume Lefèvre do Domínio de Sulauze, no sol da Provença, uma paulistana que faz vinho com um francês ! Vamos começar com o petnat (Petillant Naturel – espumante natural) … mas a parceria promete ! Muitas visões e amigos em comum. Um belo encontro, em casa de amigos, e indicado por muitos outros amigos.
– Super Modeste 2016 – espumante branco / PetNat

Champagne Laherte Frères…. “Champagne per brindare un incontro….” encontrar com Aurélien Laherte há quase três anos, considerado em 2017 como o 15o melhor produtor de Champagne no Guide des Meilleurs Vins de France – RVF “15ème meilleur domaine Champenois. Le domaine monte en puissance.” assegura que estamos no caminho certo. Passinho passinho sempre com muita qualidade.
– Extra Brut Ultradition – espumante branco
– Blanc des Blancs Nature – espumante branco
– Rosé de Meunier – espumante rosê

E nossos amigos vinhateiros já conhecidos, com belas novidades de cuvées e de safras….

Colombière
Vinum 2016 – tinto
Jacquaires 2016 – branco
Vin Gris 2016 – rosê
Jean-Philippe Padié
Calice 2016 – tinto
Fleur de Cailloux 2016 – branco
Le Pacha 2015 – tinto
Olivier Pithon
Cuvée Laïs Blanc 2015 – br
Cuvée Laïs Rouge 2015 – tto
P. Noir 2016 – tinto
P. Gris 2015 – branco
P. Blanc 2016 – branco
Riesling 2016 – branco
Gewurztraminer 2015 – branco

Pothiers
Réference 2016 – tinto
Domaine 2016 – tinto

Sénéchalière
La Bohème Large 2015 – branco
Folle Blanche 2016 – branco
Mortier
P’Tite Vadrouille 2016 – tinto
Pins 2015 – tinto
Dionysios 2015 – tinto

Estão no meio do Oceano Atlântico… em breve disponíveis no Brasil….

Andando pela França

Andando pela França – Navegar é preciso viver não é preciso….

neste mês passamos pela Champagne, pelo Jura, pelo Vale do Loire no Angevin (perto de Angers) e na Touraine (perto de Tours) e pelo Roussillon (a Catalunha Norte)…

A Champagne é uma das regiões mais industriais do universo vitícola francês. Somente para ter uma idéia: há um rumor forte que o total de litros de champagne produzida não confere com a extensão do vinhedo, havendo muito mais garrafas de champanhe produzidas do que uvas para enchê-las…. a discussão é sem fim pois envolve grandes grupos, seguradoras, ações, Hungria, etc… Tudo isso para dizer como é mais delicada a busca de um bom Champanhe natural. Os pequenos produtores estão crescendo, mais e mais vinhateiros em conversão para a agricultura orgânica que ainda resta marginal na região … E na vinificação a distância é ainda maior…. natural é a raridade !

 

 

 

 

No Jura a situação é a inversa à Champagne, mais de 20% do vinhedo em agricultura orgânica certificada… Jorat, na Suíça e Jura na França… a mesma região e quase a mesma fonética …. muitos pequenos produtores, grande tradição de vinhos limpos e naturais. Pequenas parcelas, em meio a florestas, riachos e vilarejos de sonho… Já os vinhos, que caíram nas graças estadunidenses e assim de outros países, tem uma grande variedade de terroirs, com vinhos de qualidade e castas locais. O desafio é encontrar um legal, desconhecido, de qualidade excepcional, à preços que consigamos trabalhar no Brasil, pequeno produtor, com forte empatia, altas qualidades humanas, valores comuns, etc etc…

No Vale do Loire, …. o rio Loire e seus afluentes ditam as regras, amenizando o clima, e enriquecendo os variados solos beirando os quase 1000 km de extensão do Rio Loire, do centro da França até o Oceano Atlantico, criando a maior região vinícola da França. Os inúmeros micro-climas e as diversas castas de uvas utilizadas montam um quebra-cabeça gustativo que favorece o desenvolvimento de pequenos vinhateiros criando vinhos digestos e vivos. Serpentear os meandros do Rio Loire parando para um pique-nique, para um restaurante, para uma visita a um castelo ou a um vinhateiro, para um encontro com amigos ou mesmo para uma volta de bicicleta, são experiências humanas ricas e únicas.

E no Roussillon (a Catalunha Norte)…. sol de 46 graus, mar, montanha, ouvindo e entendendo um pouco de catalão, busca do equilíbrio nos vinhos…. Região pequena e pouco conhecida, que esconde grandes vinhateiros e grandes vinhos…. Beirando a Catalunha Sul (a espanhola) características dos vinhos atravessam a fronteira nos dois sentidos criando uma região compita variedade de terroirs e de micro-climas e com isso propiciando belas descobertas…
<<Você já foi à Catalunha, nêga?
Não?
Então vá!
Quem vai ao “Canigou”, minha nêga,
Nunca mais quer voltar.
Muita sorte teve,
Muita sorte tem,
Muita sorte terá>>
parodiando Dorival….